
Biossimetria Ancestral: terapia sistêmica que parte do corpo para trabalhar questões emocionais, padrões familiares e relacionamentos. Tenho TEA AH/SD
Nossa história2 min de leitura · atualizada em 30 de outubro de 2026
Sou Val Fonseca, terapeuta e criadora da Biossimetria Ancestral. Minha história com esse trabalho começou na busca pela minha própria cura.
No meu Instagram @detetivesistemica você encontra centenas de depoimentos com o @ marcados de casos que ninguém solucionou mas após poucas sessões a questão estava resolvida.
Os casos são incríveis e você pode comprovar indo lá.
Convivi com a depressão por 32 anos. Passei boa parte da vida fazendo terapia, procurando ajuda e tentando compreender o que acontecia comigo. Queria encontrar alívio e conseguir viver melhor.
Essa busca se tornou um hiperfoco. Durante mais de 20 anos, acompanhei constelações familiares, estudei as leis sistêmicas e me aprofundei em diferentes abordagens terapêuticas. Queria entender como aqueles conhecimentos poderiam ajudar nas dificuldades que eu vivia.
Quando comecei a atender, em 2015, encontrei uma dificuldade que acabou influenciando profundamente a maneira como desenvolvi meu trabalho: ouvir as pessoas contarem suas dores doía muito em mim. Eu sentia aquilo com uma intensidade que tornava difícil acompanhar relatos longos de sofrimento.
Ao mesmo tempo, queria acolher e ajudar quem me procurava. Comecei, então, a desenvolver uma forma de atendimento em que a pessoa não precisasse começar contando toda a sua história.
A partir de 2015, esse trabalho foi sendo lapidado. Reuni minha formação em Constelação Familiar, os estudos das leis sistêmicas e conhecimentos de outras abordagens, como a Medicina Tradicional Chinesa e a EFT. Fui construindo a forma de integrar esses recursos ao longo dos atendimentos, observando, fazendo perguntas e ajustando minha maneira de trabalhar.
Mais tarde, dei a esse método o nome de Biossimetria Ancestral.
Minha experiência com o sofrimento teve um papel importante nessa construção. Assim como os anos de estudo, ela me fez prestar atenção ao ritmo de cada pessoa e à dificuldade que pode existir até para explicar o que se sente.
Hoje, trabalho com questões emocionais, padrões familiares e relacionamentos, tendo o corpo como ponto de partida dessa investigação.
Sei como é cansativo passar anos procurando ajuda. Essa experiência acompanha a terapeuta que me tornei e a maneira como recebo cada pessoa: com respeito pela sua história, pela sua sensibilidade e pelo caminho que ela já percorreu.